Minha curiosidade: minha janela pro mundo

Sabe aquelas crianças que sorriem com os olhos quando veem uma pipa voar pela primeira vez?

Sabe aquele sorriso espontâneo que um bebê te dá em troca quando você produz algum som engraçado?

Muito prazer, essa sou eu, não mais com 3 anos de idade, mas com quase 29.

A curiosidade é uma característica que sempre me acompanhou. Esses dias um Uber me perguntou o que minha mãe me deu quando pequena pra eu querer aprender e viver tantas coisas.

Falei pra ele que devo ter tomado doses cavalares de curiosidade no seio dela e ele me fez rir quando me disse: eu queria ter bebido desse leite também.

Minha curiosidade nas coisas não se limita a minha intensa felicidade quando conheço um novo destino, pelo contrário, está em tudo.

Está na história de alguém novo que conheço e que me permite ler alguns capítulos interessantíssimos de suas histórias (acho Pessoas a caixinha de Pandora mais interessante do mundo), está nos novos cursos que surgem a cada dia (e eu realmente preciso me conter e me controlar pra não me inscrever em tudo – às vezes falho bastante nessa missão) e está quando piso em um ambiente completamente desconhecido e me encanto por coisas tão simples – as pessoas que me amam e que vivem determinados momentos desses comigo costumam rir da minha intensidade na singeleza.

Fato é que não me canso de me apaixonar e me encantar pela eterna novidade do mundo.

Meus olhos são como a janela de um casa que fica de frente pro mar.

O mar nunca é o mesmo. As águas nunca têm a mesma velocidade. O mar nunca provoca a mesma emoção, por vezes calmo, por vezes revolto, mas sempre intenso, sempre belo. Assim é a vida pra mim. Não me canso de concordar com Gonzaguinha : é bonita, é bonita e é bonita.

Seja bem-vindo(a)! Espero que não se importe que aqui eu me permita ser com vírgulas ou sem, com métrica ou não. Esse é meu espaço de vulnerabilidade, em que me deixo levar por águas (e palavras) bem profundas dentro de mim. Não repare a bagunça, por vezes elas irão se mistura com o mundo, com gente, com emoções e com alguns ‘eus’ importantes do meu passado, que me fizeram ser tudo que me orgulho em ser hoje.

Obrigada por, em tempos em que a nossa atenção é tão disputada, você escolher me ler até aqui.

Muito prazer,

Sou curiosidade, inconformismo positivo.

Sou detalhe, sou abraço, sorriso e amor.

Sou paixão pela eterna novidade do mundo.

Sou turista, sou cidadã do mundo, sou meio paulistana e meio cearense, sou 2/3 brasileira e 1/3 espanhola (não no passaporte- infelizmente – mas, no coração e na língua)

Sou comunicação, reputação, inovação e designer de uns trem bem doidos aí.

Sou mudança e inconstância.

Mas, tudo isso tem nome e sobrenome – muitos por sinal, mas vamos simplificar?

– Ingrid Alves, muito prazer! 🙂

Porque fiz isso aqui:

  • Por muitos anos não me permiti ser muita coisa, esse ano, “deixei de bexxteira” como diria minha mãe 😉
  • Porque alguém me perguntou esse ano: Quantas pessoas no mundo estão sofrendo porque você ainda não deixou à disposição do mundo aquilo que nasceu pra ser? (Autch!);
  • Porque eu amo escrever, porque eu amo descobrir novas coisas e realmente comecei a achar egoísta guardar tudo isso só pra mim;
  • Porque eu amo trocar e ouvir gente (realmente tenho esperanças de ler interações nos comentários dos textos)
  • Porque esse ano prometi fazer mais do que pensar e esse é meu começo;
  • Porque sempre tive medo de uma porrada de coisas – julgamento era uma delas – esse ano larguei isso em algum lugar desse mundão e resolvi me permitir errar e estar vulnerável.

Espero que curta esse espaço. Juro que não quero que seja um espaço só meu.

Se uma pessoa voltar a enxergar o mundo e a vida com mais paixão, curiosidade e com fome de desbravar novas coisas, essa pessoa aqui já estará realizada – então, por favor, me deixe saber se isso acontecer 😉

Boa vida pra nós!

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